1 mês: tudo sobre sexualidade

Este ano, a E.M.E.B. Uilibaldo Vieira Gobbo teve seu terceiro ano de oferta da oficina “Promoção e prevenção á saúde” para as crianças inseridas no Programa Mais Educação. Para uma conversa sobre educação sexual e reprodutiva, é necessário ganhar confiança e um espaço confortável para abordagem do tema com elas. Por isso esse assunto é escolhido falar ao término do projeto, onde a monitora e estudante de enfermagem utiliza de varias ferramentas para as aulas durante 1 mês. O mês de setembro foi escolhido para falar de puberdade para meninas separada de meninos e de problemas relacionados aos sexos. Em seguida foi abordado as DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), sexo seguro, relacionamentos amorosos, métodos contraceptivos e planejamento familiar, abordo, e com fechamento do tema, uma aula abrangente de HIV-Aids. Todas as aulas foram expositivas, ilustrativas e estimulantes, com uso de imagens, videos, relatos de jovens e paródias. Para fechar esse ciclo, foi realizado uma dinâmica surpresa, da qual as crianças não sabia de qual tema se tratava a brincadeira. A principio seria a simulação de uma festa. As próprias crianças confeccionaram seus colares para a fantasia da diverssão, como poem ver nas fotos abaixo.

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 A dinâmica iniciou ao som de uma música descontraída para dançar, simulando uma festa. Funcionou da seguinte maneira: foram confeccionados colares das cores branca, azul e apenas 1 na cor de rosa. Ao adentrar na “festa”, cada criança escolheu seu colar e com a musica, começaram todos dançar. Durante a agitação de todos, as crianças de colar branco que dançassem com a unica criança de colar cor de rosa recebia uma colar cor de rosa também e essas se dançassem com outras de colar branco também recebia um colar cor de rosa. Entretanto, criança de colar azul, não recebia mais nenhum colar. Até então, as crianças não sabiam do que se tratava a brincadeira e nem, o significado dos colares e suas cores.

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O colar cor de rosa representava a pessoa infectada pelo vírus do HIV, o colar branco representava a pessoa desprotegida, ou seja, que não utiliza o preservativo nas relações sexuais, e o colar azul representava a pessoa que faz uso de preservativos. Ao final da brincadeira, foram questionados sobre o desenvolvimento da atividade, para que os mesmos descobrissem a moral, e o porque alguns recebiam um novo colar e outros não.

Utilizar deste mecanismo, para fugir um pouco dos livros e slides, demonstrou bastante apreciação das crianças, promovendo um maior aprendizado entre elas. Este trabalho foi proposta aos alunos do 4º e 5º anos e foi supervisionada pela Monitora Lucinéia Albiero.

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